quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MORRER.

O físico esta doente, são as dores da alma
que vão pouco a pouco, enfraquecendo o corpo
e deixando-o sencivel a qualquer mal.
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Um cansaço doido toma conta de tudo, 
da mente, do coração, por inteiro.
Aonde buscar forças se estou sozinha
tentando lutar contra essa opressão
que deixa tudo tão vazio.
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Em cada amanhecer, com o nascer do sol
no horizonte, espero que ele venha e brilhe 
em mim, que aqueça o meu coração e cure
minha alma, mas nada acontece.
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Pois meu remédio, a cura para todo
esse mal que me domina, é o seu amor,
a sua presença, o seu carinho, o seu aconchego.
Sem tudo isso eu deixo-me sucumbir e morrer.
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Sílvia Pertusi.

Um comentário:

Dulce Morais disse...

Sílvia, é intenso e profundo o seu poema. Triste e sentido. Imensamente belo.